IMOBILIÁRIA BARRA DA TIJUCA ELITEIMOVEIS.COM



Casas a Venda Barra da Tijuca, Casa Condominio Malibu Barra Rj,Casa Condominio Jardim Marapendi Barra Rj, Apto Cobertura Condominio Riserva Uno Barra Rj, Casa Condominio Blue House barra da Tijuca Venda, Casas Condominio Interlagos de Itauna compra Barra da Tijuca, Casa Condominio Santa Monica Jardins Rio de Janeiro , Condominio Rio Mar, Condominio Santa Marina, Condominio Santa Helena, Condominio Novo Leblon, Condominio Nova Ipanema, Casa para Vender Condominio Winbledon Park Barra, Condominio Jardim Ibiza, Condominio Arouca, Condominio Jardim Clube da Barra, Condominio Santa Lucia, Condominio Lagoa Mar Norte, Condominio lagoa Mar Sul, Condominio Santa Monica Classic House, Condominio Santa Monica sul, Condominio Santa Monica Town House, Condominio Lagoa Mar Norte, Apartamento e Cobertura Condominio Sunshine Venda Barra, Americas Park Venda e Aluguel Barra da Tijuca, Mundo Novo Venda e Aluguel Barra da Tijuca, Condominio Blue One Venda e Aluguel Barra da Tijuca, Casas a Venda Condominio Prudencia do Amaral Barra, Cobertura Apartamento Jardim Oceanico a Venda Barra da Tijuca, Condominio Mansões Venda e Aluguel Barra da Tijuca, Condominio Riviera Del Sol Venda e Aluguel Barra da Tijuca, Condominio Del Lago Venda e Aluguel Barra da Tijuca, Casas a Venda Condominio Quintas do Rio Barra, Casas a Venda Condominio Alphaville barra da Tijuca, Condominio Vilage Marapendi Venda e Aluguel Barra da Tijuca, Casa Condominio Crystal Lake Venda barra da Tijuca, Casa Condominio Mare Rosso venda Barra, Casa para Vender Condominio Mandala Barra da Tijuca, Casas a Venda Condominio Park Palace Barra, Apartamento a venda Condominio Ocean front, Apartamentos a venda Condominio Ocean front, Apartamento para vender Condominio Ocean front, Apartamento e Cobertura Condominio Les Residences de Monaco, Apartamento a venda Condominio Les Residences de Monaco, Apartamento para vender Condominio Les Residences de Monaco Apartamento a Venda Condominio Golden Green Barra, Luxury Houses, Condominio Núcleo das Mansões barra da Tijuca, Casa a Venda Condominio Village Felicita Barra da Tijuca, Casa a Venda Condominio Life Recreio dos Bandeirantes, Condominio Portinho do Massarú, Condominio Jardim do Itanhaga, Condominio Reserva do Itanhaga, Condominio Joatinga Rio de Janeiro barra da Tijuca, Imobiliária Barra da Tijuca RJ, Compra Casas de, Comprar Casa, Imoveis elite, Casas a venda, Casas de luxo para venda, Casa aluguel, Comprar mansão, Comprar casa na, Venda mansão, Apartamento barra da Tijuca venda, Casas Barra da Tijuca venda, Casa em condomínio, Mansão a venda no, Mansões à venda, Apartamento para comprar na, Casa em condomínio, Casa em condomínio na, Apartamento para comprar na, Casas em, Casa Barra da Tijuca, venda apartamento e cobertura, Apartamento de luxo na, preço de apartamento, casas novas para vender, apartamento barra tijuca, comprar casa em condominio fechado, imobiliárias na, terrenos

Você sabe o que é RGI?



Rgi é a sigla de Registro Geral de imóveis, um documento que apresenta todas as informações sobre um determinado imóvel, como condições de penhora, se há dívidas pendentes ou qualquer outro tipo de impedimento ou irregularidade que possa exisitr. Independente de você comprar o seu imóvel à vista ou financiado, após a quitação dele, o comprador dev ir ao registro de Imóveis e pedir que o mesmo seja colocado em sua titularidade, para esse tipo de processo é necessário levar alguns documentos, como: RG, CPF e Certidão de casamento. A escritura é de extrema importância e tem credibilidade, pois é um contrato de compra e venda que oficializa todo o fechamento de negócios. Lembrando que a escritura só é efetivada quando o valor do imóvel é completamente quitado.

Barra da Tijuca



A Barra, como é conhecida popularmente, é uma região relativamente nova, classificada como de alto desenvolvimento pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH=0,959). Os dados demográficos indicam que a região foi a que mais cresceu no município na década de 1990: cerca de 44%. A Barra da Tijuca será a grande sede das Olimpíadas de 2016, recebendo a maioria das modalidades olímpicas, além de ser o local da Vila Olímpica.

Consórcio ou financiamento



Com a taxa de juros em elevação, usar consórcio para comprar a casa própria pode ser uma saída para economizar. Segundo cálculos do diretor-executivo da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel Ribeiro de Oliveira, financeiramente o consórcio é melhor do que o financiamento. "Já era mais barato e com a subida dos juros a vantagem aumentou." Veja a comparação entre consórcio e financiamento para a compra de um imóvel de R$ 500 mil. Para os cálculos, foi considerado um custo de financiamento de 11% ao ano. Já os custos do consórcio foram taxa de administração de 17% (dividida pelo prazo total do consórcio), fundo de reserva de 1% (também considerado o prazo integral do consórcio) e correção pelo INCC de 5% ao ano. Segundo a assessoria de imprensa da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio), esses custos são considerados atualmente como valor médio de mercado. A conclusão é que o consórcio sai mais barato do que o financiamento pelo SAC e pela tabela price. O financiamento pelo SAC tem um custo adicional de R$ 47.536,73 (6,41% mais caro do que o consórcio). Já o financiamento pela tabela price custa R$ 65.499,31 (8,83% mais caro do que o consórcio).

Preço final de um imóvel de R$ 500 mil (prazo de 120 meses)

  • Financiamento (pelo SAC)
  • Primeira parcela: R$ 8.750,00
  • Última parcela: R$ 4.410,54
  • Total do financiamento: R$ 789.632,62
  • Financiamento (pela tabela price)
  • 120 parcelas mensais: R$ 6.729,96
  • Total do financiamento: R$ 807.595,20
  • Consórcio
  • Primeira parcela: R$ 4.916,67
  • Última parcela: R$ 7.627,37
  • Total do financiamento: R$ 742.095,89

Consórcio também tem desvantagens

Mas a compra de uma casa não deve ser avaliada apenas do ponto de vista financeiro, afirma o especialista. Apesar de ser mais barata, a compra de um bem por meio de consórcio pode levar anos para se realizar. "A pessoa tem de saber que, num consórcio de 120 meses, ela pode ser sorteada apenas na parcela 120", diz Ribeiro de Oliveira. "Assim, se a pessoa morar de aluguel e quiser sair do imóvel, se usar o financiamento isso se torna possível rapidamente. Já no caso do consórcio, ela terá de aguardar ser sorteada ou terá de ter juntado dinheiro suficiente para dar um bom lance e conseguir a liberação da carta logo no início", afirma.

Ideal é poupar para comprar à vista

O ideal é juntar dinheiro para comprar a casa à vista, diz o economista. Nesse caso, além de não pagar juros (no caso do financiamento) ou taxa de administração (caso do consórcio), a pessoa ainda terá o poder de negociar um desconto. "Comprar a casa à vista ou quase à vista é o melhor negócio", diz o professor de finanças do Insper Ricardo Humberto Rocha. "Mas o consórcio pode ser uma boa saída também. E, no caso dos imóveis, também é permitido o uso do FGTS, o que pouca gente sabe", diz.

Como poupar para comprar à vista?

O ideal é saber qual é o valor da parcela que seria paga no consórcio ou financiamento e depositar todo mês esse valor em uma aplicação financeira. Segundo a calculadora do UOL "Consórcio ou poupar", se o comprador depositasse em uma aplicação o valor de R$ 4.916,67 todo mês, ele conseguiria acumular R$ 500 mil no prazo de 70 meses. Ou seja, ele teria o dinheiro para comprar o imóvel 50 meses antes do que se pagasse um consórcio de 120 meses. Nessa conta, a aplicação teria que render no mínimo 1% ao mês. "Isso acontece porque quem poupa não está tendo gastos, mas rendimentos. A desvantagem é que se a pessoa morar de aluguel, terá de arcar com os dois custos até que consiga juntar o valor para comprar o imóvel. Com o consórcio, a pessoa teria a possibilidade de ser sorteada antes e não precisar mais arcar com o valor do aluguel", afirma Ribeiro de Oliveira. Outro cuidado para quem decide poupar em vez de pagar um consórcio é ter disciplina. Poupar todo mês, como se pagasse a prestação. E o ideal é corrigir o valor dos depósitos a cada ano pela inflação, para manter o poder de compra do imóvel.
Ampliar

Como usar o FGTS para comprar a casa própria20 fotos

1 / 20
O FGTS pode ser usado para comprar a casa própria. A seguir, saiba mais sobre esse recurso. O FGTS é a sigla para Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, recurso pago pelo empregador ao funcionário, que fica depositado na Caixa Econômica Federal em contas abertas automaticamente com o contrato de trabalhoVEJA MAIS >Imagem: Arte UOL

Como funciona o financiamento habitacional?



Quando uma pessoa compra um imóvel, uma casa ou apartamento novo ou usado pode financiar o pagamento. Os financiamentos são realizados pelos bancos, que pagam ao vendedor do imóvel a quantia que quem compra quer financiar. A partir daí, o comprador deve pagar o banco que quitou sua dívida. Durante esse período, o imóvel fica ligado à pessoa que fez a compra, mas não pode ser negociado enquanto a dívida com o banco não é paga. Condições de financiamento Diversos bancos oferecem financiamentos. O que os diferencia são as condições de pagamento, como as taxas de juros cobradas, a duração dos contratos e quanto do valor do imóvel pode ser financiado. Depois de escolhido um deles, o primeiro passo é ir até uma agência e conversar com um gerente para iniciar as etapas que permitirão a liberação de dinheiro (crédito). Documentos Nesse primeiro momento, será necessário entregar originais e cópias do RG e CPF (do casal, quando for o caso), dos comprovantes de estado civil e de renda (holerites, extratos bancários e declaração completa de imposto de renda do casal, quando for o caso). Autônomos podem comprovar renda por meio do contrato de prestação de serviços, declaração do Imposto de Renda, declaração do sindicato da categoria, recibo de recebimento por trabalhos prestados ou uma Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos (Decore), feita por contador. Além disso, trabalhadores rurais, ambulantes, diaristas, barbeiros, cabeleireiros, doceiras, entre outros que não tenham conta em banco, devem preencher uma ficha de cadastro sob orientação do gerente, que irá informar em cada caso quais são os documentos necessários. A comprovação de renda do comprador indicará sua capacidade de pagamento das prestações, pois o valor delas não pode ser maior que 30% da renda familiar bruta. Além disso, também é feita uma análise cadastral, que consiste na verificação de nome no Serasa ou no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). Não havendo problemas, é aprovada a liberação de crédito com um período de validade que varia de acordo com o banco (o dinheiro não é liberado nesse momento). Avaliação do imóvel Depois disso, o banco, por meio de uma empresa, engenheiro ou arquiteto, realiza a avaliação do imóvel a ser financiado para confirmar o seu valor. A partir daí, o banco elabora o contrato e pede que comprador e vendedor assinem o documento. O contrato deve ser registrado em cartório e levado à agência bancária. Depois disso, é liberado o crédito, e o vendedor é pago. Com isso, o comprador começa a pagar as prestações mensais para quitar sua dívida com o banco. Tipos de financiamento Os financiamentos para compra de casa ou apartamento novo ou usado podem ser realizados com a utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Há ainda a opção de financiamento direto com a construtora. Financiamentos pelo FGTS O financiamento com a utilização de recursos do FGTS faz parte do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). O valor do imóvel e o do financiamento têm limites que variam periodicamente. Só podem participar pessoas com uma determinada renda familiar máxima, valor que varia de acordo com a região do país. As taxas de juros cobradas nesse caso também são mais baixas que no SBPE, devendo obedecer a um limite. Financiamentos pelo SBPE No SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), não há limite de renda. Além disso, quando o valor do imóvel financiado está nos limites do SFH, as taxas de juros não podem ser superiores a 12% ao ano. Quando o financiamento é realizado pelo SBPE, mas fora dos limites do SFH, essas taxas de juros podem ser maiores que 12%. Construtoras Os financiamentos feitos diretamente com as construtoras oferecem maior flexibilidade de negociação. Não há imposição de limites sobre os valores financiados, renda ou taxas de juros. Porém, nessa modalidade, existem riscos muito maiores para os compradores. As empresas podem financiar a construção da casa ou apartamento com algum banco. Nesse caso, o imóvel comprado está hipotecado a esse banco. Isso significa que, se a empresa falir e deixar uma dívida com esta instituição financeira, o consumidor pode perder a casa. Em alguns casos, o comprador quita o imóvel com a construtora, mas o bem continua hipotecado. Ainda que quitada a dívida, é importante exigir que a construtora tire o imóvel da hipoteca, se for esse o caso. A comprovação disso, chamada certidão de ônus reais, pode ser obtida em qualquer cartório. Para retirá-la, é preciso informar o endereço da casa ou apartamento. Se a empresa falir, e o banco quiser o imóvel como pagamento, a certidão é o comprovante que o comprador tem para se proteger. Além disso, a construtora pode falir antes do término da obra e deixar a pessoa que iniciou o financiamento sem imóvel. Por isso, antes de entrar em um financiamento deste tipo, é importante visitar outros empreendimentos da construtora e verificar se ela tem alguma irregularidade com a Justiça. Quais as diferenças entre os tipos de financiamento? Dentro do SFH, os bancos não podem cobrar uma taxa de juros superior a 12% ao ano, mas há limites no valor do financiamento. Porém, fora do SFH, podem ser financiados imóveis com valores mais altos. Nos financiamentos com construtoras, há flexibilidade para negociar. Cabe às empresas definir o valor máximo que será financiado. O que ocorre quando o consumidor deixa de pagar as prestações antes do término da dívida? O banco pode entrar com uma ação judicial para ficar com o imóvel, que é leiloado. Esse valor é usado para pagar a dívida da pessoa com o banco e as despesas judiciais que o banco teve. O valor que sobra é devolvido ao consumidor. Em caso de atraso, os consumidores devem ficar atentos à multa e aos juros cobrados ao mês. A multa paga não pode ser maior que 2% em relação ao total da dívida. Os juros por mês de atraso não podem ultrapassar 1% do total da dívida Documentos necessários
  • RG (Carteira de Identidade), original e cópia
  • CPF (Cadastro de Pessoa Física), original e cópia
  • Comprovante de estado civil, cópia e original
  • Comprovante de renda, original e cópiaAutônomos podem comprovar renda por meio do contrato de prestação de serviços, declaração do Imposto de Renda, declaração do sindicato da categoria, recibo de recebimento por trabalhos prestados ou uma Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos (Decore), feita por contador.Além disso, os trabalhadores rurais, ambulantes, diaristas, barbeiros, cabeleireiros, doceiras, entre outros que não tenham conta em banco, devem preencher uma ficha de cadastro sob orientação do gerente, que irá informar quais são os documentos necessários para cada caso.
  • Certidão Conjunta Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e Dívida Ativa da União ou Certidão Conjunta Positiva com Efeito de Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e Dívida Ativa da União.Saiba mais  Mande sua pergunta pelo e-mail uoleconomiafinancas@uol.com.brFontes: Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) Caixa Econômica Federal (CEF) Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon)